Talvez as três matérias que mais gostei de ler nas tantas edições que devorei da Piauí. Lá vão:
ESPERANDO JOÃO
A parceria complicada entre o banqueiro Daniel Dantas e o inventor da bossa nova https://piaui.folha.uol.com.br/materia/esperando-joao/
Descobri pela reportagem a compra dos direitos autorais dos álbuns de João Gilberto pela EMI-Odeon, atual Columbia, pelo Banco Opportunity, de Daniel Dantas. É um enredo complicado de se imaginar, mas a realidade nos prega peças. Pela matéria também conheci a área de Litigation Finance.
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Aos acordes da flauta de Nicolino Copia, o Copinha, segue-se a batida do violão de João Gilberto, acompanhada de sua voz: Vai, minha tristeza, e diz a ela que sem ela não pode ser… Quando a canção Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, gravada na velha fita de acetato de celulose, rodou no gravador analógico do estúdio de masterização, o engenheiro de som André Dias e Daniel Jobim, neto de Tom, choraram. Aquele som límpido e cristalino era a reprodução original da canção gravada por João Gilberto em 1958, ainda em 78 rotações, que fora incorporada ao disco Chega de Saudade, lançado no ano seguinte pela gravadora Odeon."
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PÁTRIA E MORTE
Dos escritos mais bonitos e comoventes que já li. A face humana da guerra por soldados trilhando o caminho da morte.
"2 de junho_Acabo de ouvir a Nona de Beethoven. Me tocou profundamente. Intensificou meu desejo de ler livros."
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ONZE BILHÕES DE REAIS E UM BARRIL DE LÁGRIMAS
Um dos maiores gestores brasileiros de forma límpida.
"No meio que eu freqüentava, se fosse apontar quem se destacaria, eu era a última pessoa para quem você olharia. Eu não era escolhido para nada."
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